28.3.06

Porto de Abrigo
















Liberdade - Sophia de Mello Breyner Andersen:


"Aqui nesta praia onde não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente Encontra a própria liberdade."


8 comentários:

menin@ disse...

Q saudades de uma praia assim..='(
Mto bom mesmo! =))
Bjinho*

Lubiden disse...

sem duvida o melhor dos silencios!

Susana disse...

Olha o Miguelão a surfar! Que giro que ele ficou na foto!
Hihihih

nembol disse...

olá... conheci o teu blog hoje.. e delicia-me... se puderes visita o meu... ninguem o visita... tb o tenho ha pc tempo.... e nao sei bem como isto funciona... www.nembol.blogspot.com ... beijinhos

Maria P. disse...

Belíssima imagem!!

eco de mim disse...

surf e liberdade... sim, combinam bem!

Plimstar (Carlos Filipe) disse...

Comento aqui, mas é referente ao post de 6 de Abril (Quinta-Feira).
Tocou-me o texto, profundamente, pelo motivo que só eu conheço... mas obrigado, por me fazeres sentir isto...
"vais viver eternamente nos momentos em que te lembro, em que falo contigo...", isso é dado adquirido! Um abraço

Catharina disse...

Faco o mesmo que o Carlos se nao te importas...
nao consegui nao dizer nada e permanecer apenas no silencio mutuo do olhar. cada palavra tua anteriormente escrita, cada mensagem, cada recordacao, cada lembrar, cada saudade e cada lagrima conseguem tocar-me aos poucos.
tenho pena que nao tenha havido um fim.. percebi que o final nao foi o mais feliz mas que tambem o mais sensivel.. nao te quero estar a contrariar, ate porque se tivesse no teu lugar tambem ficava na duvida do porque nao ter havido um adeus... mas como percebo lindamente o lado fragil do adeus da tua outra alma... aquele adeus "fingido" para ti, aquele adeus silencioso, fugaz, sem um ultimo olhar.
So uma ultima coisa..
La porque a escolha dele foi partir.. nao deixa de sentir o mesmo que tu sentes ou sentiste por ele. Se calhar ate o seu sofrer maior ou nem tanto.. igual ao teu na dor de se ir embora. Mas é sempre aquela estoria mal terminada... aquele adeus... aquele amar profundo que so um ser aquatico como nos sentimos tao dentro de nos, tao mutuamente, tao silenciosamente como aquela lagrima que escorre quando paramos para reflectir a memoria ao olhar para o por-do-sol naquela praia tao nossa...