9.4.08














Folhas caídas no chão do meu quarto...
Escrevo-te perdido em palavras numa Primavera sem nexo, perdida no frio deste Inverno que a empurra para longe.
Deito-me... sozinho.
Deito-me por baixo de um lençol sem cheiro, sem marcas, sem nada teu... que apenas me cobre a mim...
Muitas vezes me perguntei como se podia amar alguém, sem nos amarmos a nós próprios...
...
Mas...
...
Não gosto de mim sem ti.

8 comentários:

Alê disse...

Ops! Fiquei muito tempo de vir aqui. Adorei as mudanças: qtas coisas novas! =]
Beijos*

K.S... disse...

Não conhecia este cantinho mas axei interessant, é bom amar alguem..as vezes sinto saudades de amar...

Marta Ribeiro disse...

Bem....simplesmente fiquei maravilhada com o teu texto...hmmm tem um misto de serenidade e fantasia :D gostei mesmo ;) parabéns..beijinho

ironia disse...

"Não gosto de mim sem ti." tens toda a razão.

Clepsydra disse...

Mas será que quero cntinuar a gostar "de ti sem mim" ?

Lampejo disse...

Sandro,

É como se tu dissesse sem ti não existe mais nada.

Belo, muito belo teu poema!

Bom fim-de-semana.


(a)braços e flores de girassóis.

anacanela disse...

a insónia está cada vez mais profunda..os afins estão cada vez mais magnificos ...e a crença...sempre a mesma..no amor incondicional...é o que (nos) mantém acordados!

variasformasdearte disse...

Claro! O Ser não foi criado para estar sozinho... seja ele qual for ;)